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Próxima Paragem

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Muffin de banana com pepitas de chocolate

Muffin de banana com pepitas de chocolate

Ontem à noite apetecia-me algo. Algo bom e doce.

Decidi procurar alguma com fruta até que encontrei.

Amei esta receita e calharam mesmo bem. Fofinhos e com uma sabor a banana super bom.

É muito fácil e melhor é que nem precisa de batedeira. Aqui deixo a receita para quem estiver interessado:

Em primeiro lugar precisa de três bananas bem maduras. Aconselho mesmo a que sejam bem maduras, pois se não forem, o sabor não será o mesmo.

Deve descascar e amassar as bananas levemente com um garfo e reservar.

Se tiver formas de silicone não precisa untar com manteiga, mas se não tiver, deve untar as formas com manteiga e polvilhar com um pouco de farinha, logo que a massa esteja pronta é só encher as formas. Esta receita dá para doze muffins.

Em uma bacia coloca um ovo, 60ml de leite e 70g de manteiga derretida e fria e pode mexer tudo muito bem com as varas.

Em seguida adiciona 140g de açúcar e mexa novamente. Acho sinceramente que 100g de açúcar chega.

Depois junte a banana e mexa com uma colher. 

Após tudo isto, precisa de uma xícara (chá) e meia com farinha, preferencialmente peneirada e uma colher de chá de fermento também. 

Junte tudo ao preparado com uma colher e por fim as pepitas de chocolate.

Pode agora encher as formas.

Vai ao forno a 170 graus por 25 a 30 minutos. Depende do forno. Pode e deve fazer o teste do palito.

Espero que gostem e que vos saiba tão bem como a mim me soube.

 

 

Falar Alemão? Só com batatas quentes na boca.

Falar alemão, só com batatas quentes na boca

 Os primeiros dias de um trabalho novo são sempre complicados, muito mais no primeiro e segundo dia. 

Neste meu caso foi no segundo.

É tudo novo, desde os novos colegas, ás tarefas, programas do computador até ás meninas do escritório que tratam das nossas papeladas. Enfim, é tudo um conjunto de coisas que me deixaram apreensiva, com receio de fazer asneiras e mais ainda de dizer asneiras, visto que trabalho na Alemanha e tenho de falar Alemão.

O que significa que momentos cómicos não faltam, com esta língua que deixa muitos pontos de interrogação à volta da minha cabeça.

Bem, não me faltam é peripécias desde que cá estou, mas existe uma que nunca mais me vou esquecer visto que todos os dias trabalho com cintos. Cintos de segurança.

Cinto em alemão diz-se "gurte", mas pepino em alemão diz-se "gurke".

Quem já ouviu Alemão, sabe que nem sempre, dá para entender bem que letras eles dizem ás vezes nas palavras e por isso mesmo cada vez que diziam "gurte" eu ficava a pensar "É gurte ou gurke??? Mas gurke é pepino não pode ser gurke, mas se calhar estou a esquecer-me de alguma letra e pepino não se diz assim". Fiquei ali naquela dúvida.

Num momento de stress, eu queria dizer que ia buscar cintos, mas estava tão nervosa e meia atrapalhada porque tínhamos de fazer as coisas rápido e acabei por dizer em Alemão "vou buscar os pepinos".

Olharam todos para mim com ar de riso "O que? Vais a onde?Pepinos? Aaah????" e todos se desataram a rir.

Podem imaginar à vontade, eu não sou de ficar triste com estes episódios. Riu-me imenso com isto. Acho imensa graça e ri-me junto com eles.

Há quem diga que só se fala alemão com uma batata quente na boca, pois eu cá acho que é preciso umas quantas batatas. 

Por exemplo uma coisa que eu no inicio confundia imenso eram três palavras, que em alemão são muito parecidas:

geschichte - história

gewicht - peso

gesicht - rosto

Agora já as diferencio bem, mas se vocês ouvirem estas três palavras em Alemão, parecem todas iguais. Pelo menos comigo foi assim.

E vocês? Já tiveram algum momento cómico ao falar uma lingua estrangeira?

 

 

Aveia, cereais de trigo com mel e sementes de linhaça

Aveia, cereais e linhaça

 

Hoje comprei os tais cereais nutritivos, que possuem cálcio, ferro, fibras, minerais, proteínas e vitaminas.

Os cereais de trigo com mel é apenas para dár um gosto ligeiramente doce à coisa. Isto de mudanças, tem o seu tempo de adaptação.

Vou começar a inclui-los no meu pequeno almoço, para o meu bem.

Querem um conselho?

Incluam vocês também.

 

Mas milhas são iguais a quilómetros? Não? Ups...não sabia!

Não, eu não sabia. Pensei que era igual.

Provavelmente não serei a única, nem a primeira e nem a ultima a pensar que milhas é igual a quilómetros, por isso mesmo fica aqui a minha experiencia.

Comecei as minhas corridas, fez ontem três semanas.

Instalei o programa NIKE+ no meu telemóvel e cada vez que ia correr aquilo apresentava-me no final as milhas que tinha corrido.

Eu ficava muito contente porque achava que corria entre dois a dois quilómetros e meio entre 22 e 30 minutos, mas hoje, o meu mais que tudo foi fazer a corrida comigo e fiz uma descoberta dos diabos.

Corremos muito bem, os dois ao mesmo ritmo. Já noto que as minhas pernas estão qualquer coisa mais fortes.

Já no final da nossa corrida eu disse que já tinha feito dois quilómetros, pois enquanto estou a correr, vou ouvindo musica e a cada milha o menino simpático do programa informa que já fiz duas milhas.

Para meu espanto, o meu companheiro diz-me que já fez três quilómetros e qualquer coisa.

Eu fiquei a pensar como seria aquilo possível?!

Até que ele me diz que o programa que eu tinha estava todo em inglês e com contagem em milhas, não em quilómetros. Ele lá trocou aquilo tudo e fiz a descoberta da semana.

Tenho andando a correr entre os 3,50 e os 4,20 quilómetros pouco menos de 30 minutos.

Estou tão feliz, mas tão feliz... isto ajudou-me até a crer ter mais vontade de continuar.

Já sei que em Maio, aqui na bela cidade de Leipzig vai haver a corrida da mulher e eu, quero lá estar.

Tessalónica, Grécia #parte2

Continuando o meu ultimo texto sobre a cidade que remonta às eras bizantinas e romanas com contraste, que nos deixam a navegar na história. Tessalónica é o berço de Felipe, pai de Alexandre, o grande. 

Embora eu não seja das pessoas que mais visita museus Arqueológicos, adorei este, o Museu Arqueológico de Tessalónica.

Museu Arqueológico de Tessalónica

A famosa coroa em ouro. É tão linda que logo à entrada as atenções são viradas para ela.

Os detalhes, o trabalho, o cuidado e o empenho de quem fez esta a mesma.

Museu arqueológico de Tessalónica, Grécia

 Estes eram os copos onde bebiam o vinho em dias de festas. De fundo temos imagens de caras de mulheres e homens, não pintadas no fundo do copo, mas sim saídas do fundo do copo e com algumas partes banhadas a ouro.

Eu só me pergunto, como é que eles naquela altura faziam tais obras.

Grecia

A Kratera Derveni, também toda ela feita à mão, pesa 40 kg. Incrível. 

Gostei imenso acreditem e é sempre bom aprender e ver coisas novas, embora com o passar do tempo, a gente acaba por ir esquecendo pequenos pormenores que na altura faziam diferença. 

Já disse, que na nossa próxima viagem vou levar comigo um pequeno caderno, para nos momentos mais calmos do dia ir escrevendo, para não me esquecer de nada e para recordar mais tarde. 

Entretanto, era hora de almoçar. Pois, e onde é que a gente estava?

Qual era a melhor direcção para encontrar um restaurante.

Boa pergunta, pensei eu para mim!

Bem, lá fui eu e o meu mais que tudo a dar ao pé e a ver de lanço todas as montras, carros e pessoas que passavam nas ruas. Afinal só tinha-mos mais ou menos uma hora e meia. Nesse momento estava a chover, aquilo é que foi! Nem vos conto.

Deixaram-nos em frente à famosa Torre Branca, um monumento e também museu que fica na marginal da cidade. 

Torre Branca, Tessalónica

Lá fomos nós pela marginal, procurando um restaurante típico e depois de alguns minutos encontra-mos um maravilhoso.

Deixo-vos aqui algumas fotos e o site deste restaurante que nos serviu tão bem.

http://agioli.gr/

PhotoGrid_1454025502697.jpg Foi dos restaurantes mais bem decorados que já entrei até hoje.

Em vez de paredes com quadros ou até mesmo vazias, tinha prateleiras decoradas com frascos cheios de especiarias e outras coisas mais expostas para venda. Achei original e dava um ar gracioso à coisa.

PhotoGrid_1454025750725.jpg 

Foi aqui que provei pela primeira vez o molho tzatziki.

Lembro-me que o empregado de mesa era jovem e falava muito bem inglês ao contrário de nós (de mim, vá) e ele perguntou na altura:

-Então estão na Grécia e ainda não provaram o molho Tzatziki?

A gente riu-se e à noite no jantar do hotel, estava lá o dito molho a dizer "Olá, já cá estou desde que chegaram"...é caso para dizer:

- Acordaaa que andas a nanar!!!

Serviram-nos lulas panadas e pela primeira vez comi polvo assado na brasa.

Bem para quem nunca provou, aconselho sériamente. É mesmo bom, bolas!!! Comia mais uns tantos como aquele...achei pequeno na verdade.

Tudo acompanhado com uma salada típica grega com tomate, pepino, cebola e queijo grego. Muito bom.

Sobremesa Grega

 Por fim, pedimos a conta pois tinha-mos de nos apressar. Ele, o empregado de mesa, como simpático tinha sido desde o inicio trouxe-nos uma sobremesa, com uma bolo daqueles oleosos típicos gregos acompanhado com natas e amêndoa triturada. Não ficou na minha lista de melhor sobremesa, mas estava bom. 

Gostei de tudo no geral, soube-nos bem e voltaria lá com todo gosto, mas com mais tempo e de preferência com um dia quente e de sol.

PhotoGrid_1454026001098.jpg

De tudo o que me chamou atenção, os candeeiros foi o que eu mais adorei. Eram enormes e decorados com alhos, espigas de milho e de trigo, paus de canela, castanhas, folhas secas e mais outras coisas. 

Achei muito bem apresentado para o restaurante que era, toda a decoração enquadrava bem nele. 

Por fim, nos poucos minutos que nos restaram anda-mos um pouco mais e fomos ter à Praça de Aristóteles.

Praça de Aristóteles, Tessalónica

É enorme e repleta de cafés e restaurantes. Fica mesmo em frente à marginal de Tessalónica. 

A zona realmente mais bonita é mesmo esta, onde fica a marginal pois para dentro da cidade nem tudo é bonito de se ver, mas temos que entender que em qualquer lugar do mundo é assim.

O centro das cidades em geral são muito bonitos mas o seu interior nem sempre. Depende.

Por fim voltamos para o autocarro que nos esperava, mas chegamos ainda dentro de horas. 

Vocês sabem, Grécia tem uma história densa.

Parece que, com os anos, em cada rua estreita e nos vestígios que esta cidade guarda de outros tempos, a gente consegue sentir as dores deste povo tessalonicense, principalmente pela guerra que passaram.

É super estranho. Gentes diversas, com diferentes religiões. Religião esta que também é das coisas mais faladas quando se fala nesta cidade.

O tema que, a mim pessoalmente, me deixa cheia de duvidas mas nunca recebo uma resposta no qual eu acredite. É por isso que não acredito em nada, mas admito que ás vezes penso nestas coisas, por pouco tempo, mas penso.

Os gregos são simpáticos, atenciosos e falam imenso. Os homens muito morenos e as mulheres de cabelo escuro e comprido. Fazem-me me lembrar as pessoas de etnia cigana.

Com eles só precisamos de começar a puxar conversa, foi o que aconteceu com o motorista que nos levou para o hotel no primeiro dia.

Bem o meu inglês não é dos melhores, o alemão é o que me vai safando ás vezes, mas falar com este senhor foi só mesmo por língua gestual, foi engraçado. Ele lá dava uns toques no inglês, mas muito poucos.

Fiquei na altura a saber que ele tinha um filho a trabalhar na Alemanha e quando a gente disse que éramos Portugueses, ele saiu-se com os típicos nomes Portugueses mais conhecidos:

- Mourinho...Cristiano Ronaldo. 

Passado um pouco disse que Portugal não tinha dinheiro.

- Pois não senhor, nem nós nem vocês, é a vida!

E a gente lá se ria. Fazer o que não é verdade?

Vamos vivendo, cada um do seu jeito mas é a viver da melhor maneira possível que os dias lá vão passando.

Certo é, que ás vezes, se vive momentos bons e outros maus, mas tudo nesta vida passa e o bom desta é a recordação com que ficamos de bons momentos, bons passeios, boas conversas, encontros e tudo aquilo que consegue tirar de nós um sorriso de orelha a orelha. 

Como dizia Raul Solnado "façam favor de serem felizes".

 

 

 

 

Um aglumerado de apartamentos, assim posso chamar Tessalónica, Grécia #parte1

Estive-mos apenas quatro horas,mais ou menos, na cidade de Tessalónica, não deu para ver tudo como podem imaginar, mas deu para ver algumas das coisas que para os tessalonicenses são importantes e históricas.

A viagem começa pela nossa espera do autocarro na paragem, em frente ao nosso hotel. Passado poucos minutos da hora marcada, lá estava ele.

Iniciou-se assim a busca de mais pessoas que estavam em outros hotéis, que nesse dia, decidiram assim como nós ir visitar a segunda maior cidade da Grécia. Pois bem, com isto foram quase duas horas, fora o transito na cidade. 

Há pois, sem falar do mau tempo que estava naquele dia. Só ao fim do dia é que vimos um bocadinho de sol. Durante o dia apanhamos uma valente chuvada. Mas passou-se bem, nada de grave.

Lembro-me que estava muito entusiasmada, se calhar até de mais, mas ainda dentro do autocarro comecei então a ver os pormenores que me deixaram de queixo caído.

É, meus caros leitores, se dizem que Portugal está mal é porque ainda não foram à Grécia ver a desgraça que por lá anda. Apesar de muita coisa bonita, interessante e muita cultura no geral, nota-se a olhos visto a crise. Não é como em Portugal, que cada vez que lá vou, os shopping`s estão cheios e as lojas de rua cheias estão, já para não falar nos restaurantes. Não que eu ache mal, bem pelo contrário, não é nada mau, mas se calhar a televisão Portuguesa exagera quando fala na crise ou se calhar a crise é só para alguns, vai-se lá perceber.

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Como diz e muito bem o título, aquela cidade é um verdadeiro aglomerado de apartamentos, junto com supermercados e lojas de pronto a vestir. Em várias partes da cidade, fez-me lembrar uma foto que vi de Hong Kong onde um amigo passou férias, em que os cabos da electricidade passavam em frente a três varandas de apartamentos diferentes. Mais ou menos isto. Era a loucura, meus caros!!!

As estradas na sua grande maioria eram estreitas, mas completamente cheias. Nem toda a gente respeitava os sinais, eram mais os que não respeitavam, se é que me entender. As pessoas que conduziam moto no centro da cidade usavam capacetes, mas muitas, mais na zona onde estava localizado o hotel onde a gente se hospedou, não usavam capacetes e os taxistas pareciam ter mais direito que as ambulâncias. Enfim... foi um bocado confuso, era e ainda é uma cidade cheia, mesmo cheia de tudo. Mas claro que não é por isto que não gostei, apenas como disse é uma cidade cheia de tudo e um pouco confusa, mas tem muitos pontos de interesse e a sua história é super interessante, embora foi uma injecção de histórias gregas em quatro horas que até já trocava tudo. Adiante.

Fizemos um género de visita guiada, pelo centro da cidade, mas de autocarro e íamos assim ouvindo a história de Tessalónica, em alemão pela guia que era bastante simpática. 

A cada arranque era uma coisa nova, ora olhávamos para a direita, ora olhávamos para a esquerda e assim fomos até começar-mos a subir um monte e vendo também o resto das muralhas bizantinas do tempo da dominação romana que sobrou desta cidade. 

Grécia

Aviso: Se querem história, visitem a Grécia, pois esta sim, tem história que nunca mais acaba. 

Admito que ouvir uma guia Alemã a falar sobre a história desta cidade, não é coisa fácil de se entender de uma só vez e por isso mesmo na noite anterior estivemos a ler um pouco na internet acerca desta mesma.

Acho na verdade, que foi o que nos safou em algumas situações.

Depois de uma pequena paragem perto destas muralhas, fomos comprar os famosos magnetes no qual eu já vos escrevi sobre eles num outro post.

Tessalónica, Grécia

Entretanto tivemos tempo para algumas fotos e voltamos para o autocarro, que nos ia levar a conhecer a Igreja de São Demétrio, um santuário dedicado a São Demétrio, o santo padroeiro de Tessalónica.

Igreja de São Demétrio, Tessalónica

Digo-vos sinceramente que não adoro visitar igrejas, mas também vos digo que esta valeu a pena.

Era muito bonita, mesmo muito. Porém, é uma das grandes atracções turísticas e por isso acaba por perder um bocado aquele encanto e valor merecido não só pela sua história mas pela sua sobrevivência ao incêndio de 1917. Ainda me lembro que enquanto fazíamos a visita, havia lá pessoas a discutirem porque estavam numa determinada fila e havia pessoas a passarem à frente. Acho que a quantidade de pessoas que entram na igreja deviaria ser mais vigiada.

Em seguida, fomos visitar o Museu Arqueológico de Tessalónica, que vos falarei no meu próximo post.

Até lá, agradeço a vossa visita no blog desta próxima paragem, que será, quem sabe para breve. Ou não.

 

Quem disse que os tapetes vermelhos são só para celebridades?

Àh pois é meus amigos! Isto de tapetes vermelhos só para celebridades é de outros tempos. Eu, por exemplo, sempre que chego ao meu trabalho tenho precisamente três tapetes vermelhos...sou mesmo especial, ah??? Eu e os seis mil que entram aqui todos os dias. Podia contentar-me bem com um, mas eles fazem questão de três tapetes vermelhos, três meus amigos é o verdadeiro sucesso :) Um deles é logo direcionado à recepção e os outros dois são direcionados para a porta giratória de entrada para o trabalho. Quem diria que um dia eu estaria a pisar a verdadeira passadeira vermelha :)

Neve, neve e mais neve

Neve

A neve decidiu cair com vontade hoje... Já pensaram que um floco de neve é dos mais frágeis fenómenos da natureza, mas que quando milhões de flocos de neve se juntam conseguem simplesmente pintar uma cidade de branco?!!! É lindo, lindo, lindo...

Grécia, não é só Ilhas

A Grécia é muito conhecida pelas suas ilhas, é claro! São realmente lindíssimas.

Contudo, Chalkidiki por exemplo, embora não seja uma ilha, está situada num dos melhores (re)cantos da Grécia com o Mar Egeu há sua volta.

 Grécia

A zona onde esta se situa tem o formato de uma mão com três dedos e no terceiro "dedo" está situado o Monte Ateus, um local onde só vivem monges e onde tem alguns mosteiros grego-ortodoxos.

Estava a pensar ir até láfazer uma visita, mas quando soube que as mulheres apenas podiam sair do barco e ficar por ali no cais, desisti da ideia. 

Quando fui passar umas boas férias por terras gregas, fui para Chalkidiki e fiz também um passeio muito breve pela segunda maior cidade da Grécia, Tessalónica, que vos falarei num outro post.

Foram umas férias mesmo de verdade. Não fiz nada mais que, comer bem, apanhar bons banhos de sol, como também bons banhos em aguas mornas e transparentes e pela primeira vez

andar nas bóiasrápidas puxadas por um barco. 

Mar na Grécia

Grécia

Oh yeahhh... aquilo sim, foi a loucura!!! Espero um dia tornar a repetir. Foi super divertido!!!

Lembro-me de que nós, ás seis horas da manha já estávamos acordados, porem ainda na cama a ouvir os passarinhos que faziam questão de cantar em alto e bom som.

Com aquelas cantorias, era sinal que já estava na hora de pegar no saco com as toalhas de praia, o protector solar e bóra lá tomar o pequeno almoço primeiro e depois sentir a areia fina nos pés.

Praticamente todos os dias fomos os primeiros a chegar ao restaurante, onde serviam os pequenos almoços. 

O pequeno almoço, em todos os hotéis que já estive até hoje, sempre foram óptimos, mas este foi mesmo o melhor de todos. Havia de tudo, completamente. 

Durante o dia passeamos pelos arredores do hotel, não saímos muito da nossa zona de conforto, até porque a gente tinha tudo o que queríamos, a começar pelas nove piscinas que o hotel tinha, assim como a praia privada. 

Grécia

Não precisava-mos absolutamente de mais nada. Estava tudo ali ao alcance.

Foram férias para relaxar, só e apenas. Almoça-mos duas vezes fora.

Lembro-me de ter comido numa dessas vezes, umas sardinhas assadas na brasa muito apetitosas e num outro dia, em outro restaurante simpático, provei algumas variedades de peixe acompanhado com arroz e batata frita, que foi de comer e chorar por mais.

Também me lembro de ter provado uns molhos típicos gregos, um dos quais Tzatziki.

Comprei até umas especiarias na altura, para trazer e fazer este molho cá em casa. Muito bom mesmo, recomendo. 

Especiarias, peixe e molhos na Grécia

Todos os outros almoços eram no bar do hotel em frente ao mar. Maravilhoso. Aquela brisa fresca, a musica, a cor do mar que nos preenchia os olhos e o sossego que por ali pairava era realmente satisfatória. 

Jantávamos no hotel e ai já não éramos dos primeiros. Gostávamos de estar na praia até o sol se por.

Contudo, sempre chagamos a tempo e ainda dentro de horas. Adorava os jantares e as sobremesas nem se falam, embora não gostei de nenhum doce típico Grego, todos eram à base de folhados e bastantes oleosos.

Depois do jantar, vinha a hora da musica ao vivo e as caminhadas pelos jardins do hotel.

As musicas eram calmas, mesmo para saborear as noites, envolvidos num ambiente romântico e tranquilo, enquanto a gente fazia a nossa caminhada olhando a imensa quantidade de rosas e flores que haviam pelos roseirais onde passávamos.

Grécia

Roseirais

Mágicas, foram aquelas noites quentes de verão, num Pais que de repente, do nada, foi o nosso destino de férias.

Foi preciso ir à Grécia para, pela primeira vez comprar uma máscara de mergulho e o respectivo snorkel. Bem, valeu muito apena, com aquelas águas cristalinas conseguia ver até os peixes mais pequeninos que por lá nadavam.

Mergulhar nas aguas gregas

Muitas vezes íamos para as camas de baloiço que havia lá nas arvores, saboreando assim o gelado de nata que nos sabia tão bem. De fundo, tinha-mos as aguas translúcidas, com ondas que quase não se ouviam bater.

Grécia

Esplêndidas, é o que  posso dizer destas férias.

Deixou saudades, mas ainda não nos esquecemos do caminho para lá. Quem sabe, um dia, com os nossos filhos.

 

 

 

A educação, humildade e o talento deste senhor, faz e sempre vai fazer a diferença

tony carreira

 

Pois faz, é por isso que ele é muito criticado por uns mas muito amado pelos seus fãs ou não fosse ele um dos grandes cantores românticos Português, de seu nome Tony Carreira.

"Uma embaixada é a representação de um território...."

"A embaixada não é um palácio de interesses só de alguns..."

Quem fala assim não é gago e foi exactamente o que a Sra. Júlia Pinheiro disse. Eu, claro, concordo plenamente.

Não me chega o facto de estar fora do Pais para ver como alguns consulados funcionam, como também, de repente aparecer a noticia de que o Sr. Embaixador do Consulado Português em Paris, recusou entregar a medalha de condecoração -Cavaleiro da Ordem das Artes e das Letras- ao talentoso cantor Tony Carreira que tanto sucesso faz não só em França, como em Portugal e Mundo fora.

Fiquei chocada. 

Um consulado não é local próprio para se ser condecorado?

Mas se em Portugal ele não o é, se ele apesar de ser uma celebridade, não deixa de ser emigrante, não deixando nunca de amar o seu Pais, fazendo questão que seja condecorado numa embaixada que representa Portugal, onde está o problema? Mas custava alguma coisa??? 

Ia ser prejudicial para a embaixada Portuguesa, era?

Pior é ele ser condecorado pela Ministra da Cultura Francesa sem sequer ter um único representante Português. 

É uma VER-GO-NHA. 

Mas sabem o que mais admirei?

Foram as palavras escritas pelo cantor Tony Carreira. Palavras sábias. Palavras de quem é e sempre foi humilde. 

Um sonhador que lutou para alcançar o que o destino já traçava e chegou tão longe, que a confusão acabou  por afectar alguns que nunca lhe chegarão aos pés.

Sim, por falar nisto, ainda tem gente que não se deixa apenas ficar pelo "não gosto das musicas dele" ou "não faz o meu género" ou então "a mim não me diz nada"... tem gente que critica de uma forma que sinceramente, para mim, deixa de ser uma critica passa mesmo a ser uma ofensa.

Pessoas que fazem questão de lhe chamar nomes e tudo mais. 

Ora, estas pessoas, que com certeza tem outros gostos musicais sabem tudo, menos respeitar e saber opinar ou criticar de forma civilizada. Mas que coisa irritante. Não suporto. Mas como grande fã deste Senhor, não me dou trabalho sequer de responder, porque gente que escreve assim não merece absolutamente nada.

"Tony Carreira tem 27 anos de carreira, 17 álbuns de originais, 58 discos de platina e mais de 4 milhões de discos vendidos. Já esgotou, em várias ocasiões, alguns dos mais importantes e carismáticos recintos de espectáculos do Mundo. O primeiro e único artista nacional a encher todas as grandes salas do País, cada uma delas em mais do que uma ocasião. Coliseu dos Recreios, Coliseu do Porto, Pavilhão Rosa Mota e Campo Pequeno são apenas alguns exemplos de recintos que já receberam memoráveis enchentes em concertos de Tony Carreira..."

Tony Carreira um dos maiores cantores de sucesso Português. Ele é original, autentico, trabalhador, talentoso, romântico e acima de tudo, humilde.

Isto é insuficiente para alguns, mas suficiente para os seus fãs. E mais não digo.

 

 

 

 

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