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Próxima Paragem

Próxima Paragem

Um aglumerado de apartamentos, assim posso chamar Tessalónica, Grécia #parte1

Estive-mos apenas quatro horas,mais ou menos, na cidade de Tessalónica, não deu para ver tudo como podem imaginar, mas deu para ver algumas das coisas que para os tessalonicenses são importantes e históricas.

A viagem começa pela nossa espera do autocarro na paragem, em frente ao nosso hotel. Passado poucos minutos da hora marcada, lá estava ele.

Iniciou-se assim a busca de mais pessoas que estavam em outros hotéis, que nesse dia, decidiram assim como nós ir visitar a segunda maior cidade da Grécia. Pois bem, com isto foram quase duas horas, fora o transito na cidade. 

Há pois, sem falar do mau tempo que estava naquele dia. Só ao fim do dia é que vimos um bocadinho de sol. Durante o dia apanhamos uma valente chuvada. Mas passou-se bem, nada de grave.

Lembro-me que estava muito entusiasmada, se calhar até de mais, mas ainda dentro do autocarro comecei então a ver os pormenores que me deixaram de queixo caído.

É, meus caros leitores, se dizem que Portugal está mal é porque ainda não foram à Grécia ver a desgraça que por lá anda. Apesar de muita coisa bonita, interessante e muita cultura no geral, nota-se a olhos visto a crise. Não é como em Portugal, que cada vez que lá vou, os shopping`s estão cheios e as lojas de rua cheias estão, já para não falar nos restaurantes. Não que eu ache mal, bem pelo contrário, não é nada mau, mas se calhar a televisão Portuguesa exagera quando fala na crise ou se calhar a crise é só para alguns, vai-se lá perceber.

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Como diz e muito bem o título, aquela cidade é um verdadeiro aglomerado de apartamentos, junto com supermercados e lojas de pronto a vestir. Em várias partes da cidade, fez-me lembrar uma foto que vi de Hong Kong onde um amigo passou férias, em que os cabos da electricidade passavam em frente a três varandas de apartamentos diferentes. Mais ou menos isto. Era a loucura, meus caros!!!

As estradas na sua grande maioria eram estreitas, mas completamente cheias. Nem toda a gente respeitava os sinais, eram mais os que não respeitavam, se é que me entender. As pessoas que conduziam moto no centro da cidade usavam capacetes, mas muitas, mais na zona onde estava localizado o hotel onde a gente se hospedou, não usavam capacetes e os taxistas pareciam ter mais direito que as ambulâncias. Enfim... foi um bocado confuso, era e ainda é uma cidade cheia, mesmo cheia de tudo. Mas claro que não é por isto que não gostei, apenas como disse é uma cidade cheia de tudo e um pouco confusa, mas tem muitos pontos de interesse e a sua história é super interessante, embora foi uma injecção de histórias gregas em quatro horas que até já trocava tudo. Adiante.

Fizemos um género de visita guiada, pelo centro da cidade, mas de autocarro e íamos assim ouvindo a história de Tessalónica, em alemão pela guia que era bastante simpática. 

A cada arranque era uma coisa nova, ora olhávamos para a direita, ora olhávamos para a esquerda e assim fomos até começar-mos a subir um monte e vendo também o resto das muralhas bizantinas do tempo da dominação romana que sobrou desta cidade. 

Grécia

Aviso: Se querem história, visitem a Grécia, pois esta sim, tem história que nunca mais acaba. 

Admito que ouvir uma guia Alemã a falar sobre a história desta cidade, não é coisa fácil de se entender de uma só vez e por isso mesmo na noite anterior estivemos a ler um pouco na internet acerca desta mesma.

Acho na verdade, que foi o que nos safou em algumas situações.

Depois de uma pequena paragem perto destas muralhas, fomos comprar os famosos magnetes no qual eu já vos escrevi sobre eles num outro post.

Tessalónica, Grécia

Entretanto tivemos tempo para algumas fotos e voltamos para o autocarro, que nos ia levar a conhecer a Igreja de São Demétrio, um santuário dedicado a São Demétrio, o santo padroeiro de Tessalónica.

Igreja de São Demétrio, Tessalónica

Digo-vos sinceramente que não adoro visitar igrejas, mas também vos digo que esta valeu a pena.

Era muito bonita, mesmo muito. Porém, é uma das grandes atracções turísticas e por isso acaba por perder um bocado aquele encanto e valor merecido não só pela sua história mas pela sua sobrevivência ao incêndio de 1917. Ainda me lembro que enquanto fazíamos a visita, havia lá pessoas a discutirem porque estavam numa determinada fila e havia pessoas a passarem à frente. Acho que a quantidade de pessoas que entram na igreja deviaria ser mais vigiada.

Em seguida, fomos visitar o Museu Arqueológico de Tessalónica, que vos falarei no meu próximo post.

Até lá, agradeço a vossa visita no blog desta próxima paragem, que será, quem sabe para breve. Ou não.

 

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